Hypee · 04/11/2026 22:43
Camada de ozônio tem piora inesperada em 2026, mas recuperação segue
O buraco na camada de ozônio a respeito de a Antártida atingiu uma das maiores dimensões dos últimos 48 anos. Dados divulgados nesta quarta-feira (4) pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Juntados (NOAA, na sigla em ingles) e pela NASA mostram que o fenômeno teve a sétima maior extensao média desde o início do monitoramento, em 1979. O crescimento foi impulsionado principalmente por condicoes meteorológicas atípicas e por um vórtice polar particularmente intenso.
Ao longo do intervalo maior de idade destruicao do ozônio, entre 7 de setembro e 13 de outubro, a área média do buraco chegou a cerca de 25 milhoes de quilômetros quadrados — mais de duas vezes o território dos Estados Juntados. Apesar do tamanho expressivo, os cientistas ressaltam que a camada de ozônio segue no caminho da recuperação. A redução de substâncias químicas que destroem esse gás, resultado de pactos internacionais, impediu que o buraco alcançasse dimensões ainda maiores.
Buraco alcançou tamanho maximo em setembro O maior tamanho registrado em 2026 aconteceu em 18 de setembro, quando o buraco chegou a cerca de 27,1 milhoes de quilômetros quadrados. A dimensão corresponde a aproximadamente 90% do maior buraco ja observado, registrado em 9 de setembro de 2000. Ao Phys.org, Paul Newman, cientista da Universidade de Maryland (EUA) e antigo lider da equipe de pesquisa a respeito de ozônio da NASA, disse que o fenômeno costuma surgir posteriormente na temporada nos anos recentes, um sinal de que a camada protetora está se recuperando.
Em 2026, no entanto, um vórtice polar excepcionalmente forte estendeu a destruicao do ozônio na Antártida e possibilitou que o buraco atingisse proporções que nao eram observadas há uma década. O que fez o buraco crescer? O principal fator foi o comportamento do vórtice polar, corrente de ventos que circula a Antártida durante determinadas épocas do ano e mantém o ar extremamente frio concentrado na região; Em 2026, sistemas meteorológicos de grande escala que geralmente auxiliam a enfraquecer e romper essa estrutura foram especialmente fracos durante agosto e setembro; Assim sendo, os ventos mais intensos do vórtice permaneceram mais afastados do Polo Sul, concebendo área maior com condicoes favoráveis à destruicao do ozônio; O processo igualmente depende de substâncias químicas produzidas pela atividade humana.
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