Hypee · 08/11/2026 06:00
Catarata: Kalil e especialistas esclarecem sintomas e avanços da cirurgia
A cirurgia de catarata é um dos procedimentos oftalmológicos mais bem estabelecidos da medicina moderna, com taxa de sucesso superior a 98%. No CNN Sinais Cruciais do último sábado (7), os oftalmologistas Rubens Belfort Jr. e Tatiana Nahas esclareceram os principais aspectos da doença, da cirurgia e da recuperação dos pacientes. Belfort Jr. descreveu a catarata com uma metáfora ilustrativa: “Catarata é o parabrisa do automóvel ficando embaçado.
Inicia aos pouquinhos, alguma coisa que nao está bom, aí subitamente vem o farol do automóvel, a luz atrapalha, o fuscamento, aí o parabrisa vai embaçando e embaçando.” Segundo ele, nao existe tratamento clínico pra a condicao. “Nao tem colírio, nao tem vitamina, nao tem vacina. Quando estiver incomodando, troca a lente por uma lente mais adequada”, declarou. Terçol que nao cura pode ser sinal de câncer, diz especialista a Kalil Extensao de cílios pode favorecer ácaros e provocar irritação ocular; entenda Saiba como identificar problemas de opiniao em crianças Como é realizada a cirurgia Nahas detalhou o procedimento cirúrgico, salientando que ele é seguro e pouco invasivo. “A cirurgia da catarata é feita com colírio anestésico ou uma sedação, entao o paciente dorme, nao vê nada, nao sente nada.
Ela dura na casa de 15 a 30 minutos e, logo nos primeiros dias, o paciente ja percebe um resultado bom da opiniao, nas primeiras 24 a 72 horas”, esclareceu. Ela adicionou que a técnica evoluiu tanto que hj nem pontos são necessarios no procedimento. Tatiana igualmente esclareceu o mecanismo da doença: o cristalino, que é a lente natural do olho, passa a ficar embaçado com o tempo, sendo necessario retirá-lo e substituí-lo por uma lente artificial.
Entre os riscos do procedimento, ela mencionou a possibilidade de infecção, inflamação ocular e, em casos mais particulares, a dificuldade de posicionar a lente no local correto apos a remoção do cristalino. Operar antes da catarata se instalar Outro ponto importante discutido pelos especialistas foi a alteração de paradigma a respeito do momento ideal pra a cirurgia, que antes era feita quando a catarata ja estivesse “madura” no olho do paciente. “A gente prefere que a catarata esteje no seu início. Por causa das novas técnicas, a gente quer que a energia gasta seja pequena pra nao provocar alguns problemas, como um descolamento de retina ou uma inflamação mais relevante dentro do olho”, disse Tatiana.
Belfort Jr. foi alem e sinalizou uma tendência futura: “Eu acredito que em 10, 15 anos a gente vai estar
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