Hypee · 24/10/2026 04:30
Dragonfly da Nasa pousa na maior lua de Saturno de forma inédita, mas sem sair da Terra
A aeronave Dragonfly, da Nasa, agilizou a respeito de as dunas de areia de Titã, a maior lua de Saturno, escaneou o terreno hostil, identificou um local seguro e pousou suavemente no satélite. A nave, porém, nao estava no espaco, mas nas instalações do Laboratório de Física Aplicada (APL) da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, nos Estados Juntados. A achievement foi uma simulação em tempo real, considerada o teste mais abrangente e complexo ja realizado pela Nasa, usando a maioria dos sistemas e manobras que a aeronave de rotor deve utilizar quando chegar a Titã em 2034.
Como aconteceu a simulação? Leia Mais James Webb acha sinal químico enigmático em Titã e Plutão Corrida no polo sul da Lua: entenda agr o plano chinês Um lugar na Lua virou alvo de EUA e China; entenda o que está em título Esse teste recente reuniu o software de voo e os aviônicos com dados simulados entregados pelos sensores que a Dragonfly usará em Titã, incluindo recém-instaladas câmeras de navegacao, unidades de medição inercial e sistema lidar. O mais legal a respeito de o primeiro voo é que ele é o nosso voo mais exigente.
Ele utiliza cada um dos sensores de voo do módulo de pouso. disse Zach Putnam, engenheiro-boss do subsistema de mobilidade da Dragonfly no APL Segundo a Nasa, esse novo marco foi construído ao longo de anos. As capacidades de voo da Dragonfly foram desenvolvidas aos poucos pela equipe, iniciando com simulações de atividades consideradas faceis, como o giro de um único rotor. Outros testes realizados mais tarde resultaram em um breve voo de reposicionamento e um voo parcial de reconhecimento.
Dessa maneira, a equipe vem acrescentando mais sensores e capacidades a cada fase. Putnam declara que fazer isso de forma incremental foi o que permitiu a construcao dos testes, incluindo a adição do “lidar”. Esse é o sistema que a Dragonfly usará pra medir a altitude e a inclinação do terreno, alem de identificar potenciais perigos, e que foi a peça fundamental pra simular completamente o que deve encarar quando chegar a Titã.
A equipe provocou um terreno simulado pra o sistema lidar e concebeu, em tempo real, as capturas que as câmeras de navegacao da Dragonfly veriam. Confira uma imagem da tela que realizou a simulação: Imagem de tela da simulação e “primeiro voo” da Dragonfly, da Nasa. • Reprodução/ Nasa e John Hopkins APL Um emulador de câmera personalizado usou unidades de processamento visual (GPUs) pra renderizar cada cena simulada de Titã, cerca de nos mesmos 20
Redação Hypee · Fonte: CNN Brasil — ver matéria original
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