Hypee · 05/11/2026 10:10
Hackers exploram vulnerabilidade consertada da Apple pra distribuir malware que rouba dados
A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Juntados (CISA) acrescentou a vulnerabilidade CVE-2024-27834, que impacta diferentes sistemas operacionais da Apple, ao catálogo de falhas conhecidas por serem exploradas ativamente (KEV). A decisao foi revelada na quarta-feira (4), apos relatos de ataques que utilizam a brecha pra distribuir malware especializado no roubo de informacoes.A vulnerabilidade conta com nota CVSS de 5,5, considerada de gravidade média, e está relacionad A Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura dos Estados Juntados (CISA) acrescentou a vulnerabilidade CVE-2024-27834, que impacta diferentes sistemas operacionais da Apple, ao catálogo de falhas conhecidas por serem exploradas ativamente (KEV). A decisao foi revelada na quarta-feira (4), apos relatos de ataques que utilizam a brecha pra distribuir malware especializado no roubo de informacoes.
A vulnerabilidade conta com nota CVSS de 5,5, considerada de gravidade média, e está relacionada a uma falha de autenticação que possibilita a invasores com capacidade de leitura e escrita arbitrária contornar o mecanismo Pointer Authentication, uma proteção utilizada pra complicar a exploracao de corrupção de memoria. A Apple consertou o problema em maio de 2024, implementando verificações adicionais nas edições IOS 16.7.8, iPadOS 16.7.8, IOS 17.5, iPadOS 17.5, macOS Sonoma 14.5, tvOS 17.5, watchOS 10.5 e Safari 17.5. Antes da disponibilização das correções, a vulnerabilidade havia sido evidenciada como uma falha zero-day ao longo da competicao de hacking Pwn2Own Vancouver, realizada em março de 2024.
A inclusão da CVE-2024-27834 no catálogo da CISA aconteceu apos a publicação de uma investigação da companhia de segurança Sekoia, que identificou uma campaign envolvendo a exploracao de vulnerabilidades previamente consertadas no Safari e no Google Chrome. A atividade foi atribuída, com confiança moderada a alta, ao grupo APT29, igualmente conhecido como Cozy Bear e Midnight Blizz, associado ao Serviço de Inteligência Estrangeira da Rússia (SVR). De acordo com os pesquisadores, os invasores utilizam três métodos principais pra atingir as vítimas: sites legítimos anteriormente comprometidos, paginas falsas que imitam serviços populares e um ataque à cadeia de suprimentos direcionado à ferramenta Plerdy SEO Tracker.
Esses mecanismos possibilitam distribuir codigos JavaScript maliciosos que avaliam características do navegador e do aparelho utilizado pelo visitante. apartir dessas inf
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