Hypee · 05/11/2026 06:01
Marinha aumenta vigilância de área rica em minerais criticos no mar
A Marinha do Brasil aumentou sua capacidade de vigilância no Atlântico Sul com a ativação de um centro internacional de informacoes voltado à identificação de embarcações suspeitas, combate a atividades ilícitas e proteção de features naturais. A iniciativa igualmente busca reforçar a segurança de rotas comerciais e instalações estratégicas em uma região que concentra reservas de petróleo, gás e minerais criticos. Inaugurado na terça-feira (3), no Rio de Janeiro, o Centro Internacional de Fusão de Informacoes (IFC Atlântico Sul) será responsável por reunir e analizar dados de diferentes instituições brasileiras e estrangeiras pra identificar possiveis ameaças às atividades marítimas.
De acordo com a Marinha, o novo centro terá como área de interesse cerca de 40,3 milhoes de quilômetros quadrados do Atlântico Sul, abrangendo águas internacionais e regiões marítimas de diferentes paises. Desse total, aproximadamente 5,7 milhoes de quilômetros quadrados correspondem à chamada Amazônia Azul, área marítima de interesse estratégico brasileiro que concentra features naturais, rotas comerciais e instalações fundamentais à economia nacional. Leia Mais Australiana negocia aquisicao de projetos de terras raras e urânio no Brasil Viridis fecha pacto pra vender terras raras à Solvay na França ate 2034 Minério de ferro recua em meio ao aumento dos embarques e à exige fraca O centro funcionará nas instalações do Comando de Operações Marítimas e Proteção da Amazônia Azul (COMPAAz) e possuirá a parceria de marinhas estrangeiras, guardas costeiras, órgãos governamentais e companhias.
Na prática, a estrutura possibilitará cruzar informacoes de diferentes fontes pra identificar comportamentos atípicos de embarcações, possiveis atividades ilegais e riscos à segurança marítima. Os dados poderão ajudar o planejamento de operações com navios, aeronaves e equipes de fiscalização. A iniciativa igualmente poderá contribuir pra a identificação de movimentações associadas a pesquisas nao autorizadas ou outras atividades clandestinas. “O IFC Atlântico Sul produzirá boletins periódicos, relatórios, estudos analíticos e análise sistemática do cenario marítimo do Atlântico Sul, de forma a compartilhar todas essas informacoes com os parceiros estratégicos nacionais e internacionais”, declarou o de encontro a-almirante Luciano Calixto de Almeida Junior, primeiro diretor do centro.
A ideia é fortalecer a cooperação internacional e possibilitar que informacoes a respeito de possiveis ameaças sejam compartilhadas com ma
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