Hypee · 25/10/2026 04:15
Quebras de sigilos, Bolsa Familia e Meta pautaram reta final das eleições
A disputa pela historia a respeito de a quebra de sigilos bancários e telefônicos, os questionamentos a respeito de pagamentos do Bolsa Familia e a atuacao da Meta nas redes sociais marcaram a última semana da campaign da eleição presidencial a ser definida neste domingo (25). Com a iminência do segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acumulam confrontos a respeito de os três temas, provocando novos atos e processos dentro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Tema dominante nas duas campanhas desde o debate do último domingo (18), a guerra pela quebra de sigilos foi oficializada na última quinta-feira (22), quando os representantes do PT e PL se apresentaram comprometidos a atingir a abertura dos sigilos de Flávio e Lula, alem de informacoes de familiares e companhias relacionadas aos políticos.
As últimas procurações pendentes foram entregues ao TSE. Apesar do entendimento, os dados ainda nao foram divulgados publicamente e nao há previsão oficial pra isso. Leia Mais: 2º turno: Flávio visita todas as regiões do país; Lula abandona Norte de fora TSE registra alteração em mais de 400 locais de votação; saiba como conferir Na Nova Zelândia, Lula tem 80,5% no 2º turno; Flávio, 19,4% A disputa iniciou quando Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos ao longo do debate televisionado pela Band.
O presidente proporcionou acesso a informacoes dos últimos oito anos, desde que o inimigo fizesse o msm. O senador respondeu, dias depois, que aceitaria a ideia caso outras condicoes fossem cumpridas pelo petista. O senador pediu que a transparência envolvesse um intervalo maior e incluísse documentos a respeito de familiares do atual presidente e custos do cartão corporativo, entre outros pontos.
A campaign do PT aceitou as exigencias, acrescentando mais um ponto: a quebra de sigilo de Flávio deveria abranger a Alcazar Holding. A companhia pertence ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, que é investigado em um inquérito a respeito de lavagem de dinheiro. A PF (Polícia Federal) suspeita que Flávio tenha sido sócio de Tomaz no negócio.
Apos idas e reuniões no TSE, a equipe de Flávio declarou estar cumprindo fielmente o pacto firmado entre as campanhas e forneceu somente as autorizações pra a quebra na sede do Tribunal Superior Eleitoral. Entre os documentos ficaria, até mesmo, uma procuração referente à Alcazar Holding. A campaign petista igualmente diz ter fornecido todos os dados aos quais tem acesso, incluindo informacoes a respeito de o cartão corporativo do presiden
Redação Hypee · Fonte: CNN Brasil — ver matéria original
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