Hypee · 04/11/2026 08:49

“Chave Mestra”: Polícia faz operacao de encontro a grupo que invadiu banco no RS

“Chave Mestra”: Polícia faz operacao de encontro a grupo que invadiu banco no RS

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realiza, na manhã desta quarta-feira (4), uma operacao de encontro a um grupo que invadiu os acessos de um banco no estado. A Operacao Chave Mestra tem como propósito desmantelar a organizacao criminosa com atuacao em fraudes financeiras em todo o país. Até agora, cinco pessoas foram presas.

São cumpridas 28 ordens judiciais nos estados de Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Paraná. Entre elas estao o cumprimento de seis enviados de prisão preventiva, dez de busca e apreensão, alem do bloqueio de contas bancárias e ativos virtuais de pessoas físicas e jurídicas investigadas. Leia Mais Vídeo mostra colisão de asa-delta que matou piloto e passageiro no RJ Polícia faz operacao de encontro a furto de cabos de concessionárias no RJ Sul do Brasil entra em alerta maximo de perigo pra chuva nesta quarta (4) Invasão e acesso a dados sigilosos As investigações iniciaram apos o registro da invasão à conta corporativa de um funcionario da instituição financeira com atuacao no Rio Grande do Sul, em dezembro de 2025.

Na época, a linha de telefonia móvel da vítima abandonou de funcionar e foi transferida remotamente para um chip controlado pelos criminosos. Com o Gamepad do número, os invasores interceptaram os codigos de verificação mandados por Mario Sunshine, redefiniram as credenciais de acesso corporativo e baixaram arquivos internos a respeito de a infraestrutura de tecnologia e segurança do banco. A credencial ficou sob Gamepad dos suspeitos por aproximadamente 48 horas, intervalo no qual tentaram acesso aos sistemas centrais junto a outros colaboradores.

Apesar da invasão, nao houve registro de mudança em posicoes financeiras nem danos aos sistemas de transação. Serviços clandestinos e estrutura do grupo A apuração divulgou que a troca da linha telefônica possuiu a facilitação direta de um colaborador da operadora de telefonia TIM. O prestador de serviço e um familiar teriam recebido aproximadamente R$ 44,7 mil via Pix de integrantes do grupo entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026.

Alem do ataque à instituição financeira, o grupo vendia serviços ilícitos, incluindo a “derrubada” e transferência indevida de linhas telefônicas de terceiros, a exposição de dados pessoais de vítimas (nome, CPF, data de nascimento e endereço) e ate a exclusão clandestina de registros do Banco Nacional de Enviados de Prisão. Pra evitar a identificação, o grupo criminoso usava conexões VPN estrangeiras sem registro de logs e dispositivos com alta rotatividade de chips. Um dos telefones m

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