Hypee · 04/11/2026 03:34
Cães de Chernobyl trazem variações genéticas relacionadas ao desenvolvimento de câncer
Uma pesquisa apresentou que os cães que vivem próximos da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, trazem diferenças genéticas, associadas ao desenvolvimento de câncer, reparo do DNA, funcionamento do sistema imune e ao ciclo celular. Dando continuidade pra estudos anteriores, os pesquisadores avaliam as diferenças genéticas entre cães que vivem próximos aos escombros das instalações da Usina Nuclear de Chernobyl e os que habitam a cidade abandonada de Chernobyl, localizada a cerca de 16 km da usina. A pesquisa mostra que os cachorros que habitam a cidade mostram elementos genéticos mais similares com as populações da Rússia, da Polônia e de regiões vizinhas, enquanto que os que vivem próximos da usina contam com características mais distintas, principalmente em partes do DNA relacionadas ao reparo de danos genéticos.
Leia Mais Eles colocaram eletrodos no cérebro de um cachorro e descobriram que o cão consegue segmentar a declaração humana contínua em palavras Quer um cachorro que vive mais? Novo estudo sugere que cadelas de porte pequeno envelhecem mais lentamente e são menas impactadas por doenças da idade Cientistas concebem os primeiros 'cães hipoalergênicos' do mundo; entenda Seleção Natural e deriva genética A nova fase de estudos avalia a seleção natural, que acontece quando as evoluções de determinado animal se ajusta pra a sua sobrevivência e reprodução, e a deriva genética, que corresponde a mudanças irregulares no DNA, como possiveis respostas pra a diferença genética entre os animais. A avaliacao das hipóteses foi realizada uma comparação desses conteudos genéticos com os de animais do Leste europeu e com uma populacao de cães que vivem isolados nas Ilhas Galápagos.
Escudo de Chernobyl nao consegue mais conter radiação, diz agência da ONU | agr CNN Os resultados da pesquisa publicada na revista Genes, que você pode conferir aqui, apresentaram que os cachorros que vivem próximos da Usina Nuclear nao apresentaram uma redução genética compatível com os efeitos aguardados da deriva genética. Por meio da comparação com a os animais das Ilhas Galápagos, o estudo constatou igualmente que o isolamento geográfico nao é suficiente pra determinar o que pode ter provocado a diferença genética dos cães que vivem na usina nuclear, ja que os animais da cidade evidenciaram uma composição genética mt mais próxima dos das Ilhas Galápagos. Pra os autores da pesquisa, essa questão genética nao tem necessariamente uma relação com contaminação radioativa.
Eles indicam a possibilid
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