Hypee · 04/11/2026 04:00
Filho de Ronald Biggs quer “desmistificar” narrativas em novo documentário
Décadas depois da narrativa do pai ser contada em jornais, livros e reportagens ao redor do mundo, Mike Biggs, filho dele e ex-integrante da “Turma do Balão Magico”, fez questão de “confessar o Gamepad” da historia. Filho de Ronald Biggs (1929-2013), um dos envolvidos no histórico assalto ao trem pagador ingles em 1963, ele revisita a trajetória da familia no documentário “Biggs by Biggs”, produção inovador do Universal+, que chega ao streaming na sexta-feira (6). Em conversa à CNN Brasil, Mike esclareceu que um dos principais propósitos do projeto é desconstruir narrativas que, segundo ele, foram difundidas durante os anos e contribuíram pra conceber uma captura “distorcida” de seu pai.
Justin Timberlake liberará franquia documental "sem censura", diz site "Tudo Pode Ser Visto": entenda por que Amanda Seyfried está em documentário Matthew Perry celebrou romance de Chandler e Monica tanto quanto os admiradores “As pessoas encontraram que meu pai era o cérebro por trás do assalto, que meu pai era parte da máfia internacional, que meu pai era esse grande bandido perigoso e que ele chegou ao Brasil milionário com dinheiro do assalto. Entao foi bom desmistificar essas coisas”, declarou. O documentário acompanha Mike por diferentes etapas de sua vida, com gravações realizadas em Londres, no Rio de Janeiro e em São José de Ribamar, no Maranhão.
A produção igualmente explorando, particularmente, a relação entre pai e filho. “A gente sempre foi mt, mt próximo um do outro. Entao, talvez pudesse, nesse documentário, colocar como foi, o que levou a gente a ter uma relação tão intensa enquanto que pai e filho”, continuou Mike. Apesar da satisfação em revisitar a trajetória familiar, Mike reconheceu que as gravações igualmente despertaram sentimentos dolorosos. “Uma coisa negativa que me marcou foi quando eu estive do lado de fora do presídio.
Eu senti muita raiva, mt ódio. Eu sou uma pessoa que nao tem ódio, saca? Mas ali eu vi que eu ainda era capaz de odiar um lugar”, divulgou. “Eu falei uma coisa no documentário, uma frase que me marcou mt, que eu odeio cada tijolo das paredes daquele presídio.
Realmente eu sinto isso. Mas me marcou um pouco o quanto as emocoes negativas, de raiva, de ressentimento, ficaram afloradas do lado de fora daquele presídio”, adicionou. Em contrapartida, o artista salientou que reencontrar pessoas que fizeram parte da trajetória de Ronald igualmente foi uma vivência empolgante. “Eu acho que foi mt bom ver o amor que segue entre os amigos, entre os familiares.
Meu pai conseg
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